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“RELIGIÃO E CORRUPÇÃO” – PR. PAULO ROMEIRO – Por Pr. Wáldson Lima

“RELIGIÃO E CORRUPÇÃO” – PR. PAULO ROMEIRO – Por Pr. Wáldson Lima

Vi um historiador entrevistado num telejornal, onde o assunto era ‘corrupção brasileira’. Na verdade, o assunto era corrupção aqui no Brasil, entretanto, chamo de ‘corrupção brasileira’, pois, alguns dizem que aqui no Brasil a corrupção é tão presente que tornou-se marca registrada, por isso ‘corrupção brasileira’.

O historiador entrevistado, no final da entrevista, disse que o Brasil precisa passar por uma reforma na educação – o que na verdade quase todos intelectuais dizem. Devo admitir que não sei exatamente o que os ‘pensadores’ chamam de educação.
Todavia, quero me adiantar e dizer que se for ‘educação acadêmica’ não funcionará. Ou seja, aquela educação teórica que trabalha a mente e não a alma, dum modo geral é vazia – vale dizer que corrupão não está na mente está na alma. Tem muita gente safada nos bancos das grandes faculdades, muitos enganadores ensinando e muitos aprendendo para enganar.
Só a educação cristã é que pode salvar o Brasil e o mundo, só o evangelho que pode lavar um coração da corrupção. Mas, por falar em evangelho… o que me deixa muito preocupado é ver a situação da igreja no Brasil.
A igreja que tem o privilégio e a responsabilidade de anunciar o evangelho não está bem não. Há muitos corruptos na igreja que só falam em dinheiro e o que é pior e inevitável é que líderes avarentos formam liderados avarentos.
Sendo assim, a igreja está repleta de pessoas materialistas, extremamente apegadas às coisas. Que o Deus íntegro, reto, honesto e incorruptível tire do meu coração toda corrupção.
Os seus chefes dão as sentenças por suborno, e os seus sacerdotes ensinam por interesse, e os seus profetas adivinham por dinheiro; e ainda se encostam ao SENHOR, dizendo: Não está o SENHOR no meio de nós? Nenhum mal nos sobrevirá”.
E, em este tempo presente, presenciamos que o “ministério” (aquilo que os homens religiosos dizem por “chamado”) virou emprego, uma fonte de renda a qual muitos querem que as igrejas (locais com nome religioso) sustentem pastores e suas famílias, um comércio;
Não é necessária uma experiência ou vivência com Deus que justifique este chamado; muitos não têm motivação santa para o “ministério”;
Não há um compromisso com o próximo, com as ovelhas, não há compaixão; a maioria dos pastores não vive pela justiça;
A corrupção contaminou a política e adentra a passos largos nos arraiais evangélicos;
Pastores ensinam em troca de privilégios e recompensa por seus trabalhos prestados a igrejas(locais com nome religioso); se autodenominam liderança, mas, tem suas atitudes forjadas na corrupção da Palavra de Deus; tramam em conjunto o suborno para manutenção de hierarquia;
E, a este nível estão seus subordinados, aqueles que sustentam ministros e ministérios religiosos (não é exagero), frequentadores de igrejas (locais com nome religioso) sustentam mercenários, ministros evangélicos condenados por suas atitudes levianas; homens e mulheres hipócritas que não respeitam a fé alheia, que se submetem a posturas indecorosas e fraudulentas, e mesmo assim, são idolatrados por este contingente de incautos e inconstantes…
Nosso tempo presente se firma por uma corrupção generalizada no meio religioso, usurpam da Palavra divina, querem barganhar com Deus, se colocam no lugar de Deus, assentam comoDeus, falam como Deus, mas, (como diz em Isaías) estes pastores, bispos, apóstolos, homens e mulheres com título de lideranças evangélicas, de nosso tempo presente, “são rebeldes, e companheiros de ladrões; cada um deles ama as peitas, e anda atrás das recompensas; não fazem justiça ao órfão, e não chega perante eles a causa da viúva”!
Por Pr. Wáldson Lima
Alan Dinali
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